segunda-feira, 25 de junho de 2012

Meus olhos viram, meu peito doeu o resto minha mente imaginou


Tenho pesadelos e acordo em desespero, confundo os tais pesadelos com a realidade, talvez não seja só um sonho ruim, seja a mediunidade perturbada da minha mente querendo me avisar que tudo aquilo está acontecendo, aconteceu ou acontecerá, é assim mesmo conjugando o verbo infinito acontecer, pois parece não ter fim. Me perco em todas as neuroses do meu subconsiente e não consigo mais dormir, levanto da cama imaginado teu corpo em outra cama que não seja a minha, ou imaginando outro corpo na tua cama que não seja o meu. Vou tentar comer e não consigo, odeio essa palavra ''comer'', odeio o outro significado que essa palavra possa ter quando não é usada para dizer sobre a entrada de alimentos no corpo, odeio também o sinônimo de entrada, eu odeio a semântica da língua portuguesa, essa coisas de uma única palavra ter tantos significados diferentes. Eu odeio saber ler, odeio a minha mania de interpretar cada palavra de uma forma variada, odeio que você saiba escrever, odeio a sua professora do fundamental que te ensinou a escrever, odeio a internet e todas as suas maneiras de comunicação, odeio as redes socias, odeio as pessoas que você conversa, odeio a forma vulgar como você conversa, odeio a sua facilidade em dizer ''eu te amo'' pra qualquer pessoa. Só estou tentando dizer que eu odeio ter lido seu histórico ou melhor odeio ter me magoado ao ler tudo que eu li.