terça-feira, 7 de julho de 2015

Depois daquele cara.

E me perguntam: - Depois daquele cara, não teve mais ninguém?
Não! Depois daquele cara não teve mais ninguém!
Porque depois daquele cara, eu não confiei em mais ninguém.
Porque ainda dói lembrar e dói mais ainda escrever, porque eu não quero que leia e nem que saiba. Mas se eu não escrevo, sufoca, você sabe como eu e sou, eu sempre preferi a dor.